A quase 1000 metros de altitude, sobranceiro a uma das mais belas e preservadas vilas da Beira Alta, ergue-se o elegantíssimo castelo pentagonal de Álvaro Gonçalves Coutinho, o Magriço » imortalizado por Camões no Canto VI d’Os Lusíadas, pelo seu protagonismo frente dos Doze de Inglaterra » e pelos seus feitos de exemplar galanteria e bravura na Flandres e aqui no país que foi o seu berço. A Vila de Penedono teve foral atribuído por D. Sancho I e preserva até hoje um ambiente arquitectónico inspirador que nos transporta no tempo ao longo de sugestivas ruelas e recantos. É sede de um concelho muito rico em referências históricas, culturais, arquitectónicas e arqueológicas. É lugar perfeito de retiro, tranquilidade e reencontro. Fica na encruzilhada de algumas das maiores referências culturais do País, quer pela magnitude das edificações medievais quer pelo elevado número de achados arqueológicos que constituem na região uma das maiores concentrações do País. Onde a Beira acaba e o Douro começa, Penedono é entrada para a actual Região Demarcada do Douro vinhateiro, património da humanidade
Datas de Admissão
Todo o ano (excepto Agosto e datas festivas)
Consumos Mínimos
Pequeno-almoço: € 7.50
Refeição: € 25.00
Bar: € 7.50
(Reconfirmar valor dos consumos no acto da reserva)
Consumos mínimos diários por pessoa
(IVA à taxa em vigor incluído)
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Adultos
Para utilização individual, tripla ou quádrupla, é favor consultar a unidade.
Praça 25 de Abril
3630-246 Penedono
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